quarta-feira, 30 de março de 2011

Perdemos um grande brasileiro

De balconista a vice-presidente

"O trabalho veio antes do capital", lembrou o ex-vice-presidente José Alencar durante sua campanha eleitoral ao lado do ex-presidente Lula. Ele faleceu na última terça-feira (29 de março), aos 79 anos, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em decorrência de câncer - doença contra a qual lutava desde 1997 - e falência múltipla de órgãos, mas o seu exemplo de patriotismo, honradez e respeito ao trabalho continuarão.

O Brasil perde um grande brasileiro!

Além das conhecidas e louvadas qualidades pessoais de José Alencar, ele sempre demonstrou respeito e admiração pelo trabalho dos jornalistas. Em junho de 2008, o ex-vice-presidente participou da cerimônia de posse da diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais, seu estado natal. A entidade emitiu nota lamentando o seu  falecimento.
 
o ex-presidente Lula declarou no ano passado, que o seu vice, José Alencar, foi o melhor que um governante poderia ter e que os dois formaram a união perfeita entre o capital e o trabalho. "Para mim, o José Alencar é mais do que um irmão. É um companheiro que possibilitou um nível muito importante para o país", afirmou Lula na época.

"Duvido que no mundo alguém tenha encontrado um vice-presidente da magnitude do José Alencar", destacou Lula. "De repente, você reúne um bom sindicalista brasileiro e um bom empresário. E esses dois juntos, que pareciam gato e rato, fazem uma combinação de confiança que poucas vezes alguém viu nesse país", acrescentou o presidente Lula às vésperas de deixar o cargo.

Ele começou a trabalhar aos 7 anos, no balcão da loja do pai. Em 1946, aos 15, deixou a casa da família, na zona rural, para trabalhar como balconista em uma loja de tecidos da cidade. Dois anos depois, em maio de 1948, José Alencar mudou-se para Caratinga, onde conseguiu emprego como vendedor. Ao completar 18, em 1950, Alencar abriu seu próprio negócio, com a ajuda de um dos irmãos. Em 1967, em parceria com o empresário e deputado Luiz de Paula Ferreira, fundou, em Montes Claros (MG), a Companhia de Tecidos Norte de Minas (Coteminas), hoje um dos maiores grupos industriais têxteis do País. 

Em um país onde muitos políticos parecem ter desprezo pelo trabalho e alergia à honradez, José Alencar fará muita falta.

Fonte: Newsletter O Jornalista

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segunda-feira, 28 de março de 2011

Dilma Roussef - O Governo de Letrinhas Miúdas

Laerte Braga

Quem estiver esperando críticas de Lula – por suaves que possam ser – ao governo Dilma Roussef pode tirar o cavalinho da chuva. O ex-presidente já percebeu a fritura e decidiu, pelo menos por enquanto, buscar formas de imunizar-se ao óleo fervente despejado pela mídia privada, por setores do empresariado, latifúndio e de cambulhada o governo envolvido num processo de sedução que tanto passa pelo deslumbramento da presidente com o poder – alem do amadorismo – e um certo açodamento em se mostrar capaz de ser diferente de um poste confiável eleita não por Lula em si, mas pelos oito anos de governo do metalúrgico.

E enquanto puder agüentar vai fazê-lo, pois sabe que há um processo de desconstrução de sua imagem e seu fascínio sobre a maioria do povo brasileiro. E já percebeu que Dilma Roussef entrou no esquema, ou como inocente útil, ou consciente que neste momento ela tem a força.

O grande temor das elites é uma eventual candidatura de Lula em 2014 e por essa razão vão tentar de todas as formas manter o governo Dilma atento a questões sociais – aí num aspecto eleitoreiro, ao contrário de Lula – enquanto mudam e ajustam o que de fato se lhes interessa.

As eleições presidenciais no Brasil foram marcadas por uma característica muito simples. De um lado os tucanos, ávidos de retomarem suas políticas de privatizações e submissão aos EUA e de outro Lula e sua candidata Dilma Roussef. Nem mesmo a incapacidade de Dilma de se expressar com clareza em debates, em encontros – a não ser quando podia ler os discursos – foi capaz de atrapalhar. A força de Lula era maior. O eleitor estava votando na candidata de Lula. E Dilma reafirmando todos os compromissos de Lula.

Boa parte da campanha presidencial Dilma Rossef passou em silêncio, longe dos holofotes, acreditando na propaganda gratuita – sempre com Lula presente e em cima das conquistas do governo do ex-presidente – e nos debates o cuidado era evitar que a candidata derrapasse ou caísse nas armadilhas tucanas em crônica incompetência de comunicar-se (claro que ela vai superar isso).

Esses dados não apenas gerais, serviram para que jornalistas venais como William Waack informasse ao Departamento de Estado o andamento do processo eleitoral no Brasil, como para que a mídia no seu todo – a mídia privada – tentasse até transformar uma bolinha de papel num míssil a atingir a cabeça de José Serra.

Em todos os momentos o que se percebeu foi que Dilma era irrelevante no processo, mas Lula era a essência desse processo.

Não se está aqui analisando o governo Lula, nem de longe. Ou seja, nem endossando o todo, nem criticando esse mesmo todo.

Quem se der ao trabalho de pesquisar as atitudes de Dilma e suas posições quando ainda ministra chefe do Gabinete Civil vai encontrar posições completamente diversas das que vem adotando na chefia do governo.

Nesses quase três meses mostra-se apenas uma leoa sem dentes – fama de brava -, presa a alianças espúrias e cercada dos piores elementos possíveis da política brasileira, como Nelson Jobim, como Moreira Franco (eu não consigo entender como foram ressuscitar essa múmia), Michel Temer e outros mais. Que por sua vez falam por interesses que não têm nada a ver com o Brasil e os brasileiros e muito menos com os compromissos assumidos pela candidata em praça pública, nas poucas que compareceu.

Falo isso, pois os marqueteiros de Dilma, o próprio Lula, os caciques do PT, perceberam que quanto menos a candidata aparecesse ou falasse menor seria o estrago e menores seriam os riscos.

Neste momento entra em cena uma das mais execráveis figuras da política e da história do Brasil. Fernando Henrique Cardoso.

Todo o processo de avanços dos norte-americanos sobre o nosso País, principalmente depois do pré-sal, passou por amplas discussões com setores da mídia privada – volto a me referir ao jornalista Wiliam Waack –, as campanhas denuncistas de VEJA, FOLHA DE SÃO PAULO ( no lamentável episódio da ficha de Dilma) e ao jogo que sempre fez o grupo GLOBO, principalmente a partir do JORNAL NACIONAL, uma espécie de porta-voz dos interesses mais escabrosos dos EUA sobre o Brasil.

Fernando Henrique Cardoso é um interlocutor privilegiado do governo dos EUA. Íntimo de Bil e Hilary Clinton, agora próximo de Obama (não tanto quanto de Clinton), tem trânsito livre junto a grandes corporações norte-americanas (é de absoluta confiança delas) e corre livre em relação ao seu partido no País, o PSDB. Acha que José Serra perdeu por não ouvi-lo (tem essa presunção de que é um semi-deus) e que Aécio, provável candidato tucano em 2014 é apenas um menino, vamos dizer, travesso, para não entrarmos em pormenores que estavam e constavam do dossiê Serra contra Aécio (quando ainda disputavam a indicação do partido) e que o jornalista Juca Kfoury – amigo de Serra – revelou num golpe preciso em sua coluna.

O que Juca disse foi que por conta de substâncias estranhas, vamos com essa expressão, Aécio seria um novo Collor e não tinha condições de governar o Brasil.

Tudo bem, até aí eu pulei do centésimo andar, estou passando pelo qüinquagésimo e nada de novo aconteceu a não ser um vento diferente.

Daí para baixo não. As coisas começam a mudar.

FHC esteve nos EUA no período das festas de fim de ano. Passeou e conversou – principalmente conversou – com figuras do governo de Obama e lhe foi dada a missão de tentar aproximar-se de Dilma – falam a mesma linguagem, a acadêmica – e ver o que era possível fazer.

É um dos gurus da presidente. Não está ainda no nível de convivência pessoal estreita, mas indireta e através de pastas e pastas de atos do seu governo levadas ao conhecimento da presidente. Fascinada com o nível intelectual do ex.

O raciocínio que tentam impingir a Dilma e estão conseguindo é simples. Lula já cumpriu seu papel, no máximo agora uma espécie de reserva moral do País. Não há porque voltar. Se mudadas as políticas sociais do ex-presidente o governo Dilma vai para o brejo, razão pela qual é importante mantê-las. Mas, a política econômica e uma revisão na política externa atrelando o Brasil aos EUA é fundamental se levado em conta que, este o pulo do gato, o Brasil agora é uma grande potência e não precisa temer os EUA e seus apetites imperialistas.

Pode virar uma Colômbia sem susto nenhum, vir a ser um parceiro privilégio da ordem terrorista imposta ao mundo pelos Estados Unidos.

O argumento tem seduzido Dilma, FHC conta com aliados importantes no governo como Temer, Jobim, Moreira Franco, o chanceler Anthony Patriot e aqueles antigos amigos de Lula que hoje fingem que não viram o presidente quando cruzam na rua, procedimento comum, quase que matemático na política em todos os cantos do mundo.

A criatura se volta contra o criador. No laboratório político de Lula alguma coisa deu errada, algum produto foi mal avaliado, a reação não foi percebida corretamente e nasceu um monstro do ponto de vista político. Dilma Roussef.

O canto da sereia? FHC prepara-se para vender direta e indiretamente a Dilma a idéia que a solução real passa pela reeleição da presidente em 2014, afastando qualquer chance do ex-presidente, mantendo-o como reserva moral repito, ao mesmo tempo em que afasta um tresloucado como Aécio Neves e encerra de vez o ciclo José Serra (em fase de obsessão com as maracutaias que seu aliado tucano Geraldo Alckimin vem revelando durante o período do sábio tucano no governo do Estado).

Serra passa o dia ao telefone pedindo a jornalistas e ameaçando revelar o quanto pagava a gente tipo Eliene Catanhede para dizer que “é Deus no céu e Serra na Terra).

Se alguém se dedicar a traçar com zelo e perspicácia o perfil real de José Serra vai perceber que se não fosse político o ex-governador de São Paulo seria um serial killer.

Revelar que Dilma está caindo num buraco sem fim, consciente disso, mas caindo, que está metendo os pés pelas mãos e jogando fora o que houve de positivo nos oito anos do governo Lula não significa falar ou escrever que a direita, a mídia podre, estejam se regalando com isso. Calar significa, isso sim, aceitar que a mídia podre já se regala desde os contatos antes da posse entre o grupo FHC e a presidente.

Aqueles que parecem ser uma coisa e são outra. Como Dilma.

Ela é FHC falam a mesma linguagem, recheadas de astericos com explicações detalhadas embaixo, ao pé da página, têm a visão que são enviados para conduzir o Brasil a um destino grandioso e vai por aí afora.

O governo Dilma Roussef vai comendo pelas beiradas não o mingau da direita, mas o da esquerda. E o PT de determinados setores, os majoritários, torcem o nariz para qualquer intromissão ou participação de Lula.

A sensação que o ex-presidente sente neste momento é a de ser um bagaço, espremido, usado e jogado fora pelos antigos aliados – boa parte deles –. E é evidente, porque se for depender de equilíbrio, uma no cravo e outra na ferradura, Dilma não sabe nem o que é isso, é um elefante em loja de louças.

Quem viver verá, desde os que estão aboletados em cargos públicos e pensam segundo a ótica do poder, até os inocentes que acreditam que os anjos vão cercar e ungir o Palácio do Planalto na missão divina de Dilma.

Ah! Seria bom saber o custo do voto do Brasil contra o Irã. O que isso significa, para falar nos termos de Dilma, em investimentos de grupos árabes no Brasil e melhor ainda, dar conta de como vai ficar o projeto de irrigação do Rio Verde e Jacaré, na Bahia, tocado entre o governo Jacques Wagner e o governo da Líbia que investiu um bilhão de dólares em obras que arrastam a mais de uma década sem evoluir.

O que isso significa? Que o pragmatismo de Dilma é o dólar que vem de Washington, ou seja, o do faremos tudo que o mestre mandar. FHC é meio de campo e joga com desenvoltura nesse esquema. Está ressuscitado também. Saiu do sarcófago.

Por enquanto ainda convém manter algumas posturas aparentemente progressistas, até a hora de apertar a corda e deixar o corpo de Lula cair no alçapão que a direita e a mídia estão armando sob controle e batuta dos EUA e direção – aqui em nosso País – do novo xodó da presidente, o ex Fernando Henrique Cardoso.

Fonte: Grupo Cidadania.com

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terça-feira, 22 de março de 2011

O Brasil que “bomba” vira país de classe média


Os economistas do “Brasil da Roda Presa” – nome genial dado por Dilma Rousseff aos que vivem nos “advertindo” contra o risco do crescimento econômico –  vão ter de inventar uma nova rodada de explicações sobre o que, para eles, é inexplicável.

Os defensores da tese do “esperem o bolo crescer para depois repartir” e do “arrocho contra a crise” não têm o que dizer diante de cada dado que surge sobre a distribuição e crescimento da renda no Brasil.
Desta vez, foi uma insuspeita pesquisa encomendada pelo BGN Cetelem – sucursal do francês BNP Paribas - um dos maiores conglomerados financeiros do mundo – que mostra não apenas que é enorme a ascensão social no Brasil no segundo governo Lula como esta se tornou gigantesca com a opção pelo aumento da renda, do consumo e da produção que fizemos a partir de meados de 2009 e durante o ano de 2010.

Entre 2005 e 2009, no Brasil, 26 milhões de brasileiros deixaram as classes DE e alcançaram a classe C. Dos que estavam na classe C, quatro milhões saíram dela para se integrarem às classes AB.

Pois bem: só em 2010, esse movimento quase igualou os números daqueles cinco anos em matéria de saída de brasileiros da pobreza: quase 19 milhões de pessoas deixaram as classes DE. E mais expressivo ainda foi o trânsito de pessoas em direção às classes média/alta e alta: apenas em 2010 ,12 milhões de brasileiros alcançaram as classes AB.

É por isso que a distribuição da população do Brasil por renda deixou de ser uma pirâmide, onde uma enorme base suportava um pequeno contingente e passou a ter o formato de balão, onde o crescimento econômico em geral impulsiona para cima todo o conjunto da sociedade. Repare o gráfico: em 2005, as classes AB e C juntas correspondiam a 49% da população; em 2010, elas somavam 74%. Já a pobreza, nas classes DE, mesmo com o acréscimo populacional, diminuiu à metade no mesmo período.

Quem quiser baixar a pesquisa na íntegra, compactado, pode clicar aqui.
Fonte: Gilberto de Azevedo

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Carta Maior: Uma visita marcada por mais uma guerra

O senador Suplicy me ligou dizendo que não estava de acordo com uma mensagem que publiquei no twitter convocadando os cariocas a um domingo de praia ao invés de ir ao comício que o Obama deveria fazer na Cinelândia. Ele dizia que o Obama era o continuador dos sonhos do Martin Luther King. E se, de repente, depois de conversar com a Dilma, ele anunciasse a fim do bloqueio a Cuba no comício?

O Suplicy me perdoará se não for absolutamente textual – se ele quiser precisar seus argumentos, pode escrever que a Carta Maior publicará integralmente seu artigo. Mas estou seguro que esses eram os dois argumentos que ele me expos e eu, democraticamente, contra argumentei.

Disse que é verdade que Obama representou – ou, para alguns, anda representa – um polo progressista dentro dos EUA, contra a direita e a ultradireita. Mas mesmo lá dentro, apesar dos seus discursos contra os bancos, como causadores da crise, ele salvou os bancos, acreditando que eles salvariam os EUA, mas os bancos se salvaram a si mesmos e deixaram o país na recessão, com a elevada taxa de desemprego que ainda tem.

Mas, principalmente fora dos EUA – elemento inseparável para uma potência imperial -, sua politica continua exatamente a mesma do Bush, ele não cumpriu nenhuma das promessas que fez: nem terminou com o bloqueio a Cuba, nem saiu do Iraque, e agora promove uma nova guerra, contra a Líbia.

Uma vez realizada a visita, creio que a posição que defendi se justifica ainda mais. A marca da visita não está dada por nenhum pronunciamento ou acordo assinado aqui, mas pelo cenário do bombardeio da Líbia, com a sempre falsa justificativa de que fazem para defender os civis do país. Mesmo no plano do discurso, dos acordos e do seu itinerário, a visita foi decepcionante. Nos discursos, ele fez o mínimo possível de concessões: depois de ter apoiado expressamente a Índia para ingressar no Conselho de Segurança da ONU, fez apenas uma menção simpática ao Brasil – “apreço” -, longe do compromisso com o pais asiático. Os EUA não cumpriram com sua parte nos novos acordos comerciais e Obama tenta justificar a postura com a crise econômica, que dificultaria abrir o mercado dos EUA. Não havia nenhum sintoma de que anunciaria o fim do bloqueio a Cuba ou qualquer outra medida progressista, como seus pronunciamentos confirmaram.

Obama não trouxe o Ministro de Energia, como estava planejado, diminuindo as possibilidades de acordos nessa área. Rejeitou o convite para um jantar reservado com Dilma em Brasília, onde ficou apenas algumas horas, partindo rapidamente para o Rio. Aqui, fez programas familiares no jantar, na visita ao Corcovado e a Cidade de Deus. A suspensão do comício na Candelária – que tranquilizou o governo, que não via com bons olhos a operação – levou a um discurso no Teatro Municipal, onde houve mais seguranças, policiais e escoltas do que público.

Sua passagem – cujo aspecto mais importante foi o de que, pela primeira vez, um presidente empossado no Brasil é visitado por um presidente norteamericano, ao invés de ir visitá-lo – deixa uma imagem frágil, de pouca transcendência, de mais um presidente dos EUA que não somente não deixa um cenário de guerra – o Iraque – como prometido, como leva seu país, no momento da sua viagem, a mais uma.

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
Fonte: Agência Carta Maior

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domingo, 20 de março de 2011

Diário Liberdade: Barack Obama não foi bem-vindo no Rio de Janeiro

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Diário Liberdade - Obama está hoje no Rio de Janeiro, e nem só fazendo turismo mas, sobretudo, de olho nos recursos brasileiros. Porém, há oposição à sua presença na cidade.

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Todo o material gráfico e de vídeo deste artigo é autoria do Diário Liberdade, de livre reprodução, de preferência citando fonte.
Longe da impressão criada pela imprensa comercial brasileira, a visita do presidente do Império Americano não é bem-vinda por todo o mundo. Repórteres do Diário Liberdade no Rio de Janeiro acompanharam a manifestação contra a viagem de Obama que decorreu esta manhã no Largo do Machado na cidade carioca.
Várias centenas de pessoas responderam à convocatória. Faixas, bandeiras e cartazes do PSTU, da CSP-Conlutas, da ANEL, Sindsprev, Sindjustiça, SEPE-RJ, DCE-UFRJ, Sindipetro-RJ, PCB, POR, Comitê da Palestina e MTL, entre outras organizações, estavam presentes por toda parte.


Contra a rapina, contra a repressão e contra a intervenção imperialista na Líbia


Segundo José Maria de Almeida, porta-voz do PSTU entrevistado pelo Diário Liberdade durante a concentração, houve uma tripla denúncia na concentração: a da rapina sobre os recursos brasileiros que Obama quer desenhar nesta viagem, com atenção especial ao petróleo do pré-sal; a da intervenção imperialista na Líbia, através da coalizão internacional de várias potências mundiais e, ainda, a situação d@s 13 pres@s políticos que, vítimas de uma montagem policial, permanecem na prisão desde sexta-feira.
Zé Maria de Almeida indicou que @s companheir@s permaneciam detidos "sob falsas acusações" . As agressões físicas executadas pela polícia militar e as detenções políticas tiveram como pretexto alegados ataques com cóqueteis molotov no protesto que decorreu sexta-feira também contra a visita de Obama. "Como a polícia não encontrou nada no registro dessas pessoas" que as relacionasse com os supostos ataques, "criaram provas falsas, como uma garrafa e um soco inglês, que mostraram com uma bandeira do PSTU para criminalizar a organização".
Ainda, esta mesma fonte do PSTU, salientou o fato de que a manifestação "demonstra que não existe unanimidade no apoio à visita de Obama ao Brasil", apesar da intoxicação da imprensa burguesa. "Por isso é que se criminaliza esta organização", concluiu.
Há uma petição pública para exigir a libertação das pessoas sob repressão política, que pode ser assinada aqui:

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=PSTU

Militante da ANEL: "Presidente americano mantém a exploração"

O estudantado e a juventude brasileira também se mobilizaram contra o Imperador Américano. Pessoal da Assembléia Nacional de Estudantes Livre (ANEL) foi entrevistado pelo Diário Liberdade. Confiram neste vídeo:


Evento marcado pela repressão de sexta-feira

O evento esteve marcado pela brutal repressão que mantém 13 pres@s polític@s na prisão desde sexta-feira, e que incorporou a sua libertação como mais uma demanda no dia de hoje. O argumento da "justiça" para manter estas pessoas privadas da sua liberdade é elas suporem uma ameaça para Barack Obama, pretexto que seria engraçado caso não tivesse consequências dramáticas.

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No momento em que estavam reunidos em um grande círculo durante a manifestação de há dois dias, os manifestantes e os jornalistas escutaram uma explosão ao fundo e foram surpreendidos com o avanço da polícia, que atacou com cassetetes, atirou com balas de borracha e lançou bombas de gás e depois perseguiu os manifestantes pelas ruas próximas.
Segundo Márcia Lopes, do PSTU do Rio, após a confusão, cerca de 150 pessoas foram colocadas sentadas na Candelária para serem revistadas, momento no qual foram detid@s @s 13 ativistas que permanecem ainda hoje na cadeia.

Obama repartiu beijos em Cidade de Deus

Hipocrisia é uma das palavras que melhor podem definir a visita de Obama ao Rio de Janeiro.
Enquanto o seu exercito repartia bombas na Líbia, Obama fazia o mesmo com beijos na Cidade de Deus. O presidente visitou uma das mais conhecidas favelas do Rio de Janeiro. Favelas criadas pelo próprio sistema capitalista do que os Estados Unidos são símbolo, e que estão a ser alvo de duríssima repressão policial nos últimos meses, de novo para o sistema capitalista poder seguir o seu avanço.

Precisamente, a visita de Obama endureceu essa repressão: os acessos à favela foram fechados para veículos e a maioria dos moradores foi mantida numa área isolada da Fundação para a Infância e a Adolescência, onde Obama e a família assistiram a apresentações de percussão e capoeira.

Barack Obama cancelou o seu discurso público para virá-lo um evento fechado no Theatro Municipal, que decorria pelas 15 h. Também planejava fazer turismo no Cristo Redentor, cujo ingresso não se pode permitir a maioria do povo brasileiro.

Ainda, o americano falou hoje da repressão durante a ditadura brasileira. Mágoa ele não lembrar a repressão que está vitimando treze pessoas hoje por causa da sua visita imperial.

Vídeo e galeria

Fotos e vídeos do Diário Liberdade

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O VEXAME – MINISTROS REVISTADOS

Laerte Braga


Em menos de três meses de governo a presidente Dilma Roussef quadruplicou o feito do governo Fernando Henrique Cardoso e com um agravante. O ex-ministro de FHC Celso Láfer foi revistado no aeroporto de New York. Os quatro ministros brasileiros, Guido Mantega, Edison Lobão, Aloisio Mercadante e Fernando Pimentel foram revistados em território brasileiro, por agentes norte-americanos, pouco antes do discurso do terrorista Barack Obama, no encontro da Cúpula Empresarial Brasil-Estados Unidos.

A notícia foi divulgada pelo jornal ESTADO DE SÃO PAULO. A despeito de terem abandonado o encontro os ministros não reagiram à revista e só deixaram o local ao perceberem que a língua a ser usada no encontro seria a inglesa.

A mais absoluta falta de dignidade dos quatro.

A visita de Barack Obama ao Brasil é um escárnio, um insulto à soberania nacional, não tem nada ver com encontro de chefes de governo e estados, mas de show, de espetáculo para definir direitinho que manda.

Não se sabe se Mantega, Lobão, Mercadante e Pimentel saíram do local de quatro ou se conseguiram ficar de pé e se mostrarem bípedes.

Qualquer governo decente, com um mínimo de respeito por si próprio, pelo País e pelos brasileiros, naquele momento, ou no momento seguinte, o do conhecimento do fato, teria exigido a imediata saída do líder terrorista norte-americano do País.

O que é o Brasil afinal?

Retirar-se do encontro em sinal de protesto depois de aceitarem ser revistados não muda coisa alguma. São quatro figuras que empesteiam o governo de fraqueza, covardia, falta de dignidade e respeito por tantos quantos acreditam que sejamos uma nação independente e soberana.

O governo Dilma acaba antes de começar.  

Obama e sua gangue pisaram, sapatearam e continuam a fazê-lo no Brasil e nos brasileiros.

Treze brasileiros estão detidos – são presos políticos como na ditadura – por protestar contra a visita do genocida que agora mata civis na Líbia a pretexto de garantir direitos humanos e democracia.

Um jornal brasileiro – mídia privada colonizada e corrupta – noticiou ontem, sábado, que “Obama comanda a guerra direto do Brasil”. E o fez em tom de ufanismo, como se a barbárie de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A fosse motivo de orgulho para os brasileiros.

Barack Obama é um terrorista dissimulado, ao contrário de George Bush, mas nem por isso deixa de ser responsável por crimes contra a humanidade.

Chega a ser inacreditável que esse criminoso tenha pisado em solo nacional e tratado como majestade suprema do planeta.

O episódio envolvendo os quatro ministros, a prisão de manifestantes, todo o aparato de segurança da paranóia terrorista de norte-americanos – são doentes, uma nação doentia – é uma ofensa sem tamanho à nossa independência e à nossa soberania.

Espera-se que, com um mínimo de vergonha na cara e um resto de dignidade – se é que têm – que os quatro peçam demissão, sumam de Brasília e purguem esse ultraje longe dos olhos dos brasileiros.

A barreira que Dilma diz ter rompido não existe. O fato de ser a primeira mulher presidente não a absolve de três meses de absoluta e total incapacidade, traição, mesmo porque, a mulher brasileira não é assim.

O País foi humilhado, está sendo humilhado e toda a política externa construída ao longo dos oito anos do chanceler Celso Amorim está sendo jogada por terra por figuras sinistras e que não têm nada a ver com o Brasil, a começar pela presidente, passando por ministros execráveis, sem falar em Jobim, Moreira Franco e Patriota.

A simples menção de revista a ministros brasileiros é um desafio. Deveriam ter voltado, saído, naquele momento. Faltou-lhes coragem, porque falta-lhes compromisso com o Brasil, falta-lhes dignidade.

O governo Dilma é uma piada. Sem que se consiga rir ao fim.

Não é, por essas e outras, impensável ter certeza que o Brasil acaba de dançar no pré-sal. A vocação entreguista do governo, a visão estreita da presidente, o deslumbramento com o cargo, a presença de agentes estrangeiros em funções chaves, o controle que o terrorismo norte-americano exerce sobre a mídia e a cumplicidade do empresariado nacional – empresários são apátridas – todo esse estado de submissão nos leva a uma simples conclusão.

O poste que Lula elegeu é uma cobra traiçoeira e de veneno fatal.

No duro mesmo, diante da opção José Serra e Dilma Roussef se percebe agora que os brasileiros – e o próprio Lula – foram ludibriados pela cópia cuspida e escarrada do tucano paulista. As elites perceberam que a cópia – Dilma – acaba sendo melhor (para eles) que o original.

Na Líbia, a pretexto de criar uma zona aérea de exclusão para defender os rebeldes da tirania do ditador Muammar Gaddafi, os norte-americanos e suas colônias européias matam civis indefesos com bombardeios inconseqüentes como fazem diariamente no Afeganistão, fizeram no Iraque, no golpe em Honduras, em todas as partes do mundo onde seus interesses nos “negócios” são contrariados.

São terroristas, são bárbaros, primitivos, os Estados Unidos da América do Norte são a mais cruel e sanguinária ameaça a humanidade e Obama é parte disso.

O Brasil neste fim de semana inclui em sua história páginas de covardia e submissão.

E o governo Dilma, do ponto de vista dos interesses nacionais, acaba sem começar.

O que se assiste nesta “visita” do terrorista Barack Obama é uma invasão do território nacional. Uma série de abusos inaceitáveis por um governo, qualquer que seja, que se respeite e respeite ao seu povo.

É preciso pensar se os brasileiros serão capazes de suportar quatro anos com uma presidente sem rumo – ou com rumo diferente do que anunciou em campanha – e com ministros que não hesitam em submeterem-se ao vexame de uma revista em pleno território nacional e por agentes estrangeiros.

É um vexame que indigna.  A suposta reação dos quatro abandonando o local foi tardia. Não deveriam sequer ter entrado.
 

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sábado, 19 de março de 2011

Noblat: Ministros são revistados para ouvir discurso de Obama

Guido Mantega, Edison Lobão, Aloizio Mercadante e Fernando Pimentel foram embora antes do início de discurso; seguranças do presidente americano teriam ignorado acordo de liberar revista

Edna Simão e Renato Andrade, O Estado de S. Paulo

Indignados com a forte revista feita pela segurança da comitiva de Barack Obama, os ministros Guido Mantega (Fazenda), Edison Lobão (Minas e Energia), Aloizio Mercadante (Ciências e Tecnologia) e Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) não pensaram duas vezes: abandonaram o encontro da Cúpula Empresarial Brasil-Estados Unidos sem assistir o aguardado discurso do presidente dos EUA.

Segundo fontes ouvidas pelo 'Estado', havia sido firmado um acordo com a Casa Branca para que os ministros não fossem revistados quando chegassem ao local da realização do encontro. Após o almoço oferecido no Itamaraty, os ministros seguiram para o centro de convenções onde era realizado o encontro empresarial.

O acordo firmado com a Casa Branca foi ignorado pelos seguranças que estavam no local. O ministro Aloizio Mercadante reclamou muito, mas acabou passando pela revista junto com seus colegas de ministério. Mantega chegou a comentar que nem em viagens internacionais tinha passado por tal constrangimento.
Quando chegaram ao auditório e viram que o presidente da seção americana do Conselho Empresarial Brasil-EUA, John Faraci, simplesmente subiu ao palco e começou a falar em inglês, o clima que já não estava bom entre os ministros piorou.

Sem ter recebido aparelho de tradução simultânea, Mantega, Mercadante, Lobão e Pimentel simplesmente levantaram e foram embora.

Lobão prometeu que iria ligar para seu colega do Itamaraty, Antonio Patriota, para reclamar da quebra do acordo firmado com a Casa Branca. A assessoria de imprensa do Ministério do Desenvolvimento afirmou que Pimentel não assistiu ao discurso de Obama porque teria sido chamado as pressas pela presidente Dilma Rousseff.

(Comentário meu: Os ministros pensaram, sim, duas vezes. A primeira, quando mesmo se sentindo ofendidos se submeteram à revista. A segunda, quando decidiram ir embora por falta de aparelhos de tradução simultânea.

Foram humilhados duas vezes. E em seu próprio país.)

Fonte: Blog do Noblat

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quinta-feira, 17 de março de 2011

Carta Maior: Obama foi anulado pelo conservadorismo de bordel dos EUA

Em entrevista exclusiva à Carta Maior, a economista Maria da Conceição Tavares fala sobre a visita de Obama ao Brasil, a situação dos Estados Unidos e da economia mundial. Para ela, a convalescença internacional será longa e dolorosa. A razão principal é o congelamento do impasse econômico norte-americano, cujo pós-crise continua tutelado pelos interesses prevalecentes da alta finança em intercurso funcional com o moralismo republicano. ‘É um conservadorismo de bordel’, diz. E acrescenta: "a sociedade norte-americana encontra-se congelada pelo bloco conservador, por cima e por baixo. Os republicanos mandam no Congresso; os bancos tem hegemonia econômica; a tecnocracia do Estado está acuada”.

Leia a matéria completa aqui

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quarta-feira, 16 de março de 2011

Manda a Dilma falar no Central Park – Vê se eles deixam


Por Laerte Braga


Para que o terrorista Barack Obama possa “falar aos brasileiros” dando conta que é o novo dono do pedaço, os subalternos vão, entre outras arbitrariedades, fechar o CAFÉ AMARELINHO, um dos mais tradicionais do antigo Rio de Janeiro, hoje uma das chácaras do conglomerado EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.

O genocida, responsável pela morte de centenas de milhares de iraquianos, afegãos e palestinos, entre outros, tem o patrocínio da REDE GLOBO e do grosso da mídia privada brasileira. É evidente que nos intervalos comerciais anúncios do sabão que lava melhor e do tira manchas que limpa tudo.

Ao lado da máquina de lavar – isso se não for tanque – Dilma Roussef, falando das maravilhas do pré-sal.

Manda a Dilma falar no Central Park, vê se os terroristas deixam?

O máximo que Jobim, Moreira Franco e Anthony Patriot conseguem por lá, depois de tirar os sapatos para a revista no aeroporto, é um vale sanduíche do McDonald’s e um passeio de charrete.  Com um detalhe, a coca cola do sanduíche eles pagam que, afinal, os caras não estão ai para ficar jogando dinheiro fora.

É o que valem e pronto.

De quebra Dilma viaja no primeiro vôo do primeiro caça da BOEING que chegar por aqui para mostrar o “poderio” da US AIR FORCE, quer dizer, da Força Aérea Brasileira.

Se andar direitinho tem peça de reposição, caso contrário, vai para o museu do entreguismo.

Ela até consegue falar no Central Park, ou no Lincoln Memorial. Fala a pombos e a meia dúzia de ministros condecorados com greencard, tudo registrado em foto do celular de Guido Malan Mantecca.

Se demorar muito vai ouvir o clássico “circulando” das autoridades da corte.

Milhares de norte-americanos estão marchando hoje em Lansing, capital do estado de Michigan, em protesto contra as decisões do governo de direitos trabalhistas, pensões e aposentadoria, para sustentar a fome pantagruélica do conglomerado e suas guerras.

Entre os manifestantes o cineasta Michael Moore.

O que Obama vai fazer no Rio é o piloto de uma série de programas eleitorais na tentativa de mostrar as conquistas feitas.

Registre-se que o terrorista branco disfarçado de negro não vai a Argentina. É que tentaram passar na alfândega armas proibidas e drogas para um “exercício militar”. Sequer desculpas pediram.

Se controlam o Brasil, o maior país latino-americano por que preocupar-se com a Argentina? Ano que vão investem fundo na tentativa de derrotar Cristina Kirchner.

Eu se fosse o governador Sérgio Cabral (amigo do Luciano Hukl e especialista em legalizar ilegalidades do escritório de sua mulher), mandava abrir o CAFÉ AMARELINHO e sugeria a Obama servir cerveja a “doze apóstolos” escolhidos a dedo.

Em seguida uma foto para registrar o acontecimento.

Cabral ao fundo de “me dá um dinheiro aí”. Eduardo Paes então, nem se fala. A Prefeitura do Rio deixa de fornecer remédios – inclusive descumprindo decisão judicial – a doentes com direitos líquidos e certos, mas está varrendo e enfeitando a Cinelândia para a versão pornográfica explícita do BBB-11.

O discurso de Obama aos brasileiros.

E se você pretende ir trate de escovar os dentes com o tal creme dental que alguns dentistas recomendam, pois afinal, a empresa é de lá, do conglomerado, uma das principais acionistas.

Forças policiais e militares brasileiras ajudarão os policiais e militares norte-americanos a manter a ordem e a controlar qualquer tentativa de protesto, na nova chácara de Obama, quer dizer, de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.

Não deixe de tomar banho antes, de pegar a bandeirinha do novo “patrão” e vá decorando o novo hino –. Enquanto aprende basta gritar GOD SAVE THE TERRORIST. E diga amém a tudo o que ele disser.

Sorria, você está sendo filmado!

Documentos do WIKILEAKS revelam que jornalistas como Diogo Mainardi (VEJA e GLOBO, foragido do Brasil por ter sido condenado por publicar mentiras), William Waack – GLOBO – são mais que analistas preferidos do Departamento de Estado.

Trabalharam fundo para tentar convencer Marina da Silva a aceitar a vice de José Serra e com isso derrotar a candidata de Lula.

Telegramas da embaixada do conglomerado – nova sede do governo do Brazil (agora é assim) mostram o empenho dos defensores da liberdade de expressão em servir aos donos.

No show de Obama haverá camarote privativo.

Imagino que show de sapateado em tapete formado por prisioneiros das prisões norte-americanas no Iraque, de Guantánamo, das crianças mortas em bombardeios “equivocados” no Afeganistão sinalizará o espírito democrático e libertador do presidente do conglomerado aos novos súditos.

É marca registrada do espírito “choque e pavor” que têm usado mundo afora.

Vamos esperar pelo comício de Dilma no Central Park.  Vai ser um acontecimento.



"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons!"
 Martin Luther King

Fonte: Gilberto de Azevedo

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Opera Leaks: Deputado afirmou que governo japonês ocultava informações sobre acidentes nucleares

Um despacho de 2008 da embaixada dos Estados Unidos em Tóquio revela o descontentamento e preocupação do deputado Taro Kon, uma importante figura política japonesa,  em relação à política nuclear de seu país. O relatório, assinado pelo embaixador Thomas Schieffer, foi obtido pelo site Wikileaks e publicado pelo Guardian.

Clique aqui para ler a reportagem.

Fonte: Operaleaks

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